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Afastamento por saúde mental: o que o RH precisa saber para agir corretamente

  • há 4 dias
  • 1 min de leitura

Os afastamentos por transtornos mentais e comportamentais cresceram significativamente nos últimos anos e estão entre as principais causas de benefícios de afastamento pelo INSS. Para o RH, errar nesse processo tem consequências — para a empresa e para a pessoa já vulnerável.

Tipos de afastamento por saúde mental

Curto prazo (até 15 dias): a empresa paga o salário. O colaborador apresenta atestado médico e o RH valida o período.

Longo prazo (mais de 15 dias): a partir do 16º dia, o afastamento é pelo INSS (auxílio-doença). O colaborador precisa dar entrada no INSS e passar por perícia médica.

O papel do RH durante o afastamento

  • Manter contato humanizado (não apenas burocrático) sem pressionar sobre retorno

  • Não compartilhar o diagnóstico com a equipe sem autorização do colaborador

  • Garantir que os direitos trabalhistas e previdenciários estejam sendo respeitados

  • Designar uma pessoa de referência no RH para o colaborador durante o processo

O retorno ao trabalho: o momento mais crítico

O RH deve planejar o retorno com antecedência e em parceria com o médico, avaliar a possibilidade de retorno gradual e realizar entrevista de retorno. A Clínica Pontual, em Porto Alegre, apoia empresas com consultoria em saúde mental ocupacional e atendimento para colaboradores.

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