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Burnout: você está esgotado ou está com síndrome de burnout? Entenda a diferença

  • 11 de abr.
  • 1 min de leitura

Atualizado: 24 de abr.



"Estou com burnout." A frase entrou no vocabulário cotidiano — mas será que todo mundo que a usa está realmente descrevendo o que a ciência chama de síndrome de burnout? Provavelmente não. E isso importa, porque burnout verdadeiro exige tratamento específico.


O que é burnout, tecnicamente

Desde 2019, o burnout está no CID-11 da OMS como "fenômeno ocupacional" com três critérios definidos pela pesquisadora Christina Maslach:

  • Exaustão: sensação de estar completamente drenado, sem recursos físicos ou emocionais. Não é cansáço que passa com uma semana de férias.

  • Cinismo ou distanciamento mental: desengajamento do trabalho, sensação de que nada tem sentido.

  • Ineficácia: sentimento de que nada do que faz tem resultado, queda de desempenho.


A diferença para o esgotamento comum

O esgotamento comum resolve com descanso. No burnout, o descanso não restaura. Você volta das férias tão exausto quanto foi. O problema não é a quantidade de trabalho — é a relação com o trabalho.


A diferença para a depressão

A distinção principal: o burnout é contextual (relacionado ao trabalho); a depressão afeta todas as áreas da vida. Burnout não tratado pode evoluir para depressão.

A Clínica Pontual, em Porto Alegre, oferece diagnóstico e tratamento para burnout com abordagem integrada de psiquiatria e psicologia.

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